hoje sinto-me assim.
Mostrar mensagens com a etiqueta influências. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta influências. Mostrar todas as mensagens
sábado, 18 de junho de 2011
#16
Etiquetas:
ambiente,
atmosférico,
black metal,
influências,
inverno,
lustre,
morte,
waves of the worn
terça-feira, 7 de junho de 2011
#15
Etiquetas:
água,
be water,
bruce lee,
diversos,
influências
sábado, 30 de outubro de 2010
#13
I wonder how winter will be
with a spring that I shall never see
I wonder how night will be
with a day that I shall never see
I wonder how life will be
with a light I shall never see
I wonder how life will be
with a pain that lasts eternally
In every night there's a different black
in every night I wish that I was back
to the time when I rode
through the forests of old
In every winter there's a different cold
in every winter I feel so old
so very old as the night
so very old as the dreadful cold
I wonder how life will be
with a death that I shall never see
I wonder why life must be
a life that lasts eternally
I wonder how life will be
with a death that I shall never see
I wonder why life must be
a life that lasts eternally
with a spring that I shall never see
I wonder how night will be
with a day that I shall never see
I wonder how life will be
with a light I shall never see
I wonder how life will be
with a pain that lasts eternally
In every night there's a different black
in every night I wish that I was back
to the time when I rode
through the forests of old
In every winter there's a different cold
in every winter I feel so old
so very old as the night
so very old as the dreadful cold
I wonder how life will be
with a death that I shall never see
I wonder why life must be
a life that lasts eternally
I wonder how life will be
with a death that I shall never see
I wonder why life must be
a life that lasts eternally
Etiquetas:
depressão,
desesperança,
desespero,
influências,
inverno,
morte,
música
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
#12
S.E.R. - Svoboda eto rai (Liberdade é o Paraíso), de Sergei Bodrov - 1989
A liberdade é o paraíso, será certamente a esperança de Sacha, a criança e personagem principal do filme de Sergei Bodrov, mas o que é o Paraíso no interior esquecido e pobre da Rússia? Onde os orfanatos são mais prisões do que lugares de acolhimento, onde as pessoas são egoístas e mesquinhas, onde ter dinheiro é ter poder?
Sacha não tem mãe e nunca conheceu o pai. O seu sonho é encontra-lo e começar uma vida longe das grades enferrujadas do inferno onde está encarcerado. Para tal, foge do "orfanato", uma, duas, três vezes. É sempre apanhado, é sempre enviado de volta e nunca desiste. As suas viagens são longas e tristes e contam com o apoio de prostitutas, muçulmanos e outra criança, sendo sempre ignorado - e muitas vezes desprezado - por qualquer adulto que o veja. Ninguém faz nada de graça na terra do Diabo.
Bodrov mostra-nos uma Rússia sem escrúpulos, decadente e sem esperança. As viagens de comboio são isoladas com épicas paisagens de desolação e a interacção das pessoas é um testemunho de como tão facilmente um homem consegue ser desprovido de humanidade.
A viagem, essa, continua. Sacha descobre que o pai está preso numa prisão de segurança máxima. O seu sonho de encontra-lo é quase impossível. Mas como pode uma criança desistir? Que pode uma criança dizer ao pai? E que pode o pai sentir?
Um filme de Sergei Bodrov
Etiquetas:
cinema,
cinema europeu,
crítica,
freedom is paradise,
influências,
rússia,
sergei bodrov
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
#11
Etiquetas:
arte,
cinema,
citação,
documentário,
ficção,
influências
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
#9
Ouço sempre o mesmo ruído de morte que devagar rói e persiste...
Uma vila encardida - ruas desertas - pátios de lajes soerguidas pelo único esforço da erva - o castelo - restos intactos de muralha que não têm serventia. Uma escada encravada nos alvéolos das paredes não conduz a nenhures. Só uma figueira brava conseguiu meter-se nos interstícios das pedras e delas extrai suco e vida. (... ) Sobre isto um tom denegrido e uniforme: a humidade entranhou-se na pedra, o sol entranhou-se na humidade. (... )
Silêncio. (...) Ouço sempre o trabalho persistente do caruncho que rói há séculos na madeira e nas almas.
raúl brandão | húmus
Uma vila encardida - ruas desertas - pátios de lajes soerguidas pelo único esforço da erva - o castelo - restos intactos de muralha que não têm serventia. Uma escada encravada nos alvéolos das paredes não conduz a nenhures. Só uma figueira brava conseguiu meter-se nos interstícios das pedras e delas extrai suco e vida. (... ) Sobre isto um tom denegrido e uniforme: a humidade entranhou-se na pedra, o sol entranhou-se na humidade. (... )
Silêncio. (...) Ouço sempre o trabalho persistente do caruncho que rói há séculos na madeira e nas almas.
raúl brandão | húmus
Etiquetas:
arte,
influências,
literatura,
morte,
raúl brandão
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
#8
Etiquetas:
blues,
influências,
john lee hooker,
música
sexta-feira, 30 de julho de 2010
#6
Etiquetas:
influências,
leonard cohen,
música,
poesia
segunda-feira, 26 de julho de 2010
#3
Sou um evadido.
Logo que nasci
Fecharam-me em mim,
Ah, mas eu fugi.
Se a gente se cansa
Do mesmo lugar,
Do mesmo ser
Por que não se cansar?
Minha alma procura-me
Mas eu ando a monte,
Oxalá que ela
Nunca me encontre.
Ser um é cadeia,
Ser eu é não ser.
Viverei fugindo
Mas vivo a valer.
.
fernando pessoa
Logo que nasci
Fecharam-me em mim,
Ah, mas eu fugi.
Se a gente se cansa
Do mesmo lugar,
Do mesmo ser
Por que não se cansar?
Minha alma procura-me
Mas eu ando a monte,
Oxalá que ela
Nunca me encontre.
Ser um é cadeia,
Ser eu é não ser.
Viverei fugindo
Mas vivo a valer.
.
fernando pessoa
#2
Etiquetas:
cinema,
godard,
influências,
jean luc godard
Subscrever:
Mensagens (Atom)